novos dialectos, palavras nunca pronunciadas, uma linguagem de mensagens encriptadas que descodificamos com a ponta dos dedos.
No dia de todas as verdades, deixamo-nos ir no sabor a sal, no cheiro morno da pele lavada, nos cabelos revoltos.
Percorremo-nos em viagem alucinada, num caminho de savanas em fogo e mares profundos.
Depois, num sussurro de promessas e segredos inconfessáveis, despimo-nos de todas as capas, deixamos que caiam todas as máscaras e juntamos, de peito colado, um ao outro, o bater de dois corações.
E é aí que sabemos que chegámos a casa.
No dia de todas as verdades, deixamo-nos ir no sabor a sal, no cheiro morno da pele lavada, nos cabelos revoltos.
Percorremo-nos em viagem alucinada, num caminho de savanas em fogo e mares profundos.
Depois, num sussurro de promessas e segredos inconfessáveis, despimo-nos de todas as capas, deixamos que caiam todas as máscaras e juntamos, de peito colado, um ao outro, o bater de dois corações.
E é aí que sabemos que chegámos a casa.
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