Causas têm sobre mim um efeito interessante.
Primeiro de raiva, por, em última análise, serem necessárias, o que significa que, algures sobre este planeta azul, ainda se anda a gastar em armamento e a transformar pequenos países em máquinas de guerra ao serviço dos interesses dos grandes países que os apetrecham e instruem, o que devia ser gasto para dotar outros países de infraestruturas básicas e capacidade de sobrevivência económica.
Que, por arrastamento, traria a sobrevivência, literalmente falando, dos seus povos.


Depois, o impulso imediatamente a seguir é o da Participação.
Por achar que há sempre algo a fazer. Que as coisas podem mudar.
Chamem-me lírica, utópica, por ainda acreditar que um mundo melhor é possível.
Com as opções políticas correctas, os governantes certos, nos locais chave, no plano mundial.
Algo tão simples como a mudança de líder das grandes superpotências económicas do planeta - algum dia haverá a sorte de o candidato vir a ser um ser humano - poderá ser o impulso da viragem.
E eu tenho esperança nesse dia.
Essa esperança é renovada de cada vez que descubro que essas pessoas existem e algumas até se encontram em lugares onde há essa capacidade de intervenção.
Como é o caso dos responsáveis da PlasticsEurope, uma associação europeia de fabricantes de material plástico, que representa cerca de 90% da produção total da Europa e emprega 1.5 milhão de pessoas espalhadas por países como a França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido.
Descobri a campanha aqui, a atenção desperta pelos bonequinhos, o que só confirma que uma boa imagem gráfica é um factor determinante em qualquer estratégia de marketing.
Pois que, apesar de reconhecer que é também disso que se trata, tal não desmerece o facto de esta Indústria Europeia dos Plásticos ter lançado uma campanha para entrega de donativos à WaterAid (cliquem na imagem ali acima e vão lá ver), para ajudar a proporcionar àgua potável e saneamento à população da Etiópia.
Chama-se a isto responsabilidade social das empresas e, há países, onde os consumidores estão suficientemente despertos para assumirem a opção de adquirir os seus produtos só a empresas que a pratiquem para, dessa forma, também eles a título individual, poderem contribuir para estas causas humanitárias.
Bonito, não é?

Foram 200 000 euros. Uma gota de água. Que fará a diferença para alguns milhares de seres humanos.
Muitos deles são crianças.
E não é por acaso que o digo aqui, Hoje, dia 1 de Junho.
Primeiro de raiva, por, em última análise, serem necessárias, o que significa que, algures sobre este planeta azul, ainda se anda a gastar em armamento e a transformar pequenos países em máquinas de guerra ao serviço dos interesses dos grandes países que os apetrecham e instruem, o que devia ser gasto para dotar outros países de infraestruturas básicas e capacidade de sobrevivência económica.
Que, por arrastamento, traria a sobrevivência, literalmente falando, dos seus povos.
Depois, o impulso imediatamente a seguir é o da Participação.
Por achar que há sempre algo a fazer. Que as coisas podem mudar.
Chamem-me lírica, utópica, por ainda acreditar que um mundo melhor é possível.
Com as opções políticas correctas, os governantes certos, nos locais chave, no plano mundial.
Algo tão simples como a mudança de líder das grandes superpotências económicas do planeta - algum dia haverá a sorte de o candidato vir a ser um ser humano - poderá ser o impulso da viragem.
E eu tenho esperança nesse dia.
Essa esperança é renovada de cada vez que descubro que essas pessoas existem e algumas até se encontram em lugares onde há essa capacidade de intervenção.
Como é o caso dos responsáveis da PlasticsEurope, uma associação europeia de fabricantes de material plástico, que representa cerca de 90% da produção total da Europa e emprega 1.5 milhão de pessoas espalhadas por países como a França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido.
Descobri a campanha aqui, a atenção desperta pelos bonequinhos, o que só confirma que uma boa imagem gráfica é um factor determinante em qualquer estratégia de marketing.
Pois que, apesar de reconhecer que é também disso que se trata, tal não desmerece o facto de esta Indústria Europeia dos Plásticos ter lançado uma campanha para entrega de donativos à WaterAid (cliquem na imagem ali acima e vão lá ver), para ajudar a proporcionar àgua potável e saneamento à população da Etiópia.
Chama-se a isto responsabilidade social das empresas e, há países, onde os consumidores estão suficientemente despertos para assumirem a opção de adquirir os seus produtos só a empresas que a pratiquem para, dessa forma, também eles a título individual, poderem contribuir para estas causas humanitárias.
Bonito, não é?
Foram 200 000 euros. Uma gota de água. Que fará a diferença para alguns milhares de seres humanos.
Muitos deles são crianças.
E não é por acaso que o digo aqui, Hoje, dia 1 de Junho.
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