sobre o sentido da vida.
Esta semana que passou, para além de ter sido composta de apenas 3 dias, coisa que deveria ser instituída como obrigatória daqui para a frente, já que parece que não adianta de nada a malta "achandrar" ali durante 5 dias seguidos, quépraveremoquébomprátosse, que não há retoma à vista, por isso, assim como assim, trabalhávamos só 3 ou até mesmo 2, que não fazia mal nenhum e tínhamos o IVA a 21% na mesma, pronto, mas dizia eu que, esta semana foi particulamente improdutiva a nível blogosférico.
(coisa que, transpondo daqui para a economia nacional também daria uma perspectiva de análise interessante, mas adiante...).
Fosse por saudades de alguns ausentes, ou por preguiça pura, ou ainda porque, meia dúzia de sortudos foram pôr os pés de molho num paraíso perdido junto ao mar, em qualquer recanto do planeta, certo é que a coisa andou particularmente morna durante estes dias.
Talvez fosse políticamente correcto dizer-vos que, senti a falta de andar por aqui e do ritmo alucinado de escrita que mantemos em épocas que não incluam feriados nacionais ou férias. (ritmo esse que só confirma a teoria de alguns, de que boa parte dos posts deste mundo virtual são escritos à custa do erário público, mas adiante outra vez...)
Mas a verdade é que não. Incluo-me nas categorias 1 e 2 que mencionei acima. Não fui pôr os pés de molho (a categoria 3, para os mais distraídos, caneco, leiam as coisas com atenção!) por estar a praticar, em concreto, a categoria 2. E não me apeteceu escrever, porque a categoria 1 é muito mais fácilmente ultrapassável com uma chamada telefónica do que com o texto lamechas que aqui escrevi há 3 posts atrás.
Não, não senti necessidade de andar muito por aqui, porque ouvi de viva voz, a toda a hora, ao longo de todos estes dias que, "A vida é bela e cada instante é precioso, porra!"
Esta semana que passou, para além de ter sido composta de apenas 3 dias, coisa que deveria ser instituída como obrigatória daqui para a frente, já que parece que não adianta de nada a malta "achandrar" ali durante 5 dias seguidos, quépraveremoquébomprátosse, que não há retoma à vista, por isso, assim como assim, trabalhávamos só 3 ou até mesmo 2, que não fazia mal nenhum e tínhamos o IVA a 21% na mesma, pronto, mas dizia eu que, esta semana foi particulamente improdutiva a nível blogosférico.
(coisa que, transpondo daqui para a economia nacional também daria uma perspectiva de análise interessante, mas adiante...).
Fosse por saudades de alguns ausentes, ou por preguiça pura, ou ainda porque, meia dúzia de sortudos foram pôr os pés de molho num paraíso perdido junto ao mar, em qualquer recanto do planeta, certo é que a coisa andou particularmente morna durante estes dias.
Talvez fosse políticamente correcto dizer-vos que, senti a falta de andar por aqui e do ritmo alucinado de escrita que mantemos em épocas que não incluam feriados nacionais ou férias. (ritmo esse que só confirma a teoria de alguns, de que boa parte dos posts deste mundo virtual são escritos à custa do erário público, mas adiante outra vez...)
Mas a verdade é que não. Incluo-me nas categorias 1 e 2 que mencionei acima. Não fui pôr os pés de molho (a categoria 3, para os mais distraídos, caneco, leiam as coisas com atenção!) por estar a praticar, em concreto, a categoria 2. E não me apeteceu escrever, porque a categoria 1 é muito mais fácilmente ultrapassável com uma chamada telefónica do que com o texto lamechas que aqui escrevi há 3 posts atrás.
Não, não senti necessidade de andar muito por aqui, porque ouvi de viva voz, a toda a hora, ao longo de todos estes dias que, "A vida é bela e cada instante é precioso, porra!"
E é verdade. É a vida lá fora que é bela, não este rectângulo iluminado em que passamos alguns dos nossos momentos virtuais.
Momentos que são só um complemento dessa que é bela, a vida, nossa, que vamos fazendo lá fora a cada instante. Todos eles preciosos, sim.
Momentos que são só um complemento dessa que é bela, a vida, nossa, que vamos fazendo lá fora a cada instante. Todos eles preciosos, sim.
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