um presente. Ou melhor, ofereceram muitos, em forma de palavras e carinho. E agradeci-os todos da melhor forma que pude e soube fazer.
Mas há um ou outro que tenho que destacar.
E tenho que vos falar de um presente à beira-mar. O mar como penhor de sentimentos e promessas. Semi-deserto, azul-chumbo e azul-prata, a diferença entre o antes e o depois. Do presente. Um presente com suave marulhar de ondas e pios de gaivota. Com brisa salgada e areia nos pés, cabelos a voar e olhos brilhantes, a competir com o sol. E o forte de outros tempos, guardião de segredos e outros presentes iguais ao meu, que por ali terão passado em épocas distantes. Sob a mesma luz e as mesmas cores.
E o azul-turqueza lá no fundo, ao longe, sempre, a representar a imagem de mim. Mar. O nome que escolhi para me mostrar a vocês, o elemento que não dissocio de mim, da minha vida toda e dos meus melhores momentos. O nome premonitório, o elemento natural de outra forma de vida.
Nunca o Mar, como ontem, fez tanto sentido.
E ofereceram-me outro presente. Em forma de Mar. Que trago para aqui com um imenso obrigado, por ele e pela história que o embrulha, Hipatia. Com um beijo.

As cores do mar
1998
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela.
Da Isabel Magalhães, no seu À Rédea Solta
Mas há um ou outro que tenho que destacar.
E tenho que vos falar de um presente à beira-mar. O mar como penhor de sentimentos e promessas. Semi-deserto, azul-chumbo e azul-prata, a diferença entre o antes e o depois. Do presente. Um presente com suave marulhar de ondas e pios de gaivota. Com brisa salgada e areia nos pés, cabelos a voar e olhos brilhantes, a competir com o sol. E o forte de outros tempos, guardião de segredos e outros presentes iguais ao meu, que por ali terão passado em épocas distantes. Sob a mesma luz e as mesmas cores.
E o azul-turqueza lá no fundo, ao longe, sempre, a representar a imagem de mim. Mar. O nome que escolhi para me mostrar a vocês, o elemento que não dissocio de mim, da minha vida toda e dos meus melhores momentos. O nome premonitório, o elemento natural de outra forma de vida.
Nunca o Mar, como ontem, fez tanto sentido.
E ofereceram-me outro presente. Em forma de Mar. Que trago para aqui com um imenso obrigado, por ele e pela história que o embrulha, Hipatia. Com um beijo.

As cores do mar

1998
100 x 60 cms
Acrílico sobre tela.
Da Isabel Magalhães, no seu À Rédea Solta
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