a pensar sobre a falsidade.
Em como se tivesse que lhe atribuir uma côr, seria o amarelo, doentio, pegajoso...
Em como, para alguns, por conveniência, preguiça, ou cegueira temporária apenas, basta que se grite aos sete ventos o que se é ou deixa de ser, para que isso se transforme em verdade absoluta.
Curiosamente, os "verdadeiramente verdadeiros" não necessitam de o gritar a ninguém - isso transpira-lhes dos poros e é visível à vista desarmada.
Paradoxalmente o falso profissional, até se convence a ele próprio de que o não é. E isso torna-se perigoso porque faz com que esqueça
factos importantes que outros detém na sua posse e atestam a sua falsidade.
Enfim...moral da história, mais depressa se apanha um mentiroso...
Em como, para alguns, por conveniência, preguiça, ou cegueira temporária apenas, basta que se grite aos sete ventos o que se é ou deixa de ser, para que isso se transforme em verdade absoluta.
Curiosamente, os "verdadeiramente verdadeiros" não necessitam de o gritar a ninguém - isso transpira-lhes dos poros e é visível à vista desarmada.
Paradoxalmente o falso profissional, até se convence a ele próprio de que o não é. E isso torna-se perigoso porque faz com que esqueça
factos importantes que outros detém na sua posse e atestam a sua falsidade.
Enfim...moral da história, mais depressa se apanha um mentiroso...
E não, esta mensagem não tem destinarário. Ai, ai, deixa-me lá ir à vidinha...
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