Juro que não queria escrever para aqui nenhuma treta a dizer que gostei muito de vocês e xau (não é silvestre).
Mas o pior é que quando penso no que começar a dizer, enquanto olho para as teclas, não me sai nada. Apenas que gostei muito de vocês.
Depois começo de novo.
E lembro-me do tripeiro mais maluco que alguma vez na vida eu conheci, o gajo que consegue dizer as piadas mais inteligentes e hilariantes, ao mesmo tempo que não perde o ar de que "tou-me cagando para tudo" e que (se) revela que no fundo não é nada disso quando faz festas numa gata com ar protector. Só assim podia ter a seu lado alguém tão doce como a sua M. ;-)
E vejo uma gaija de cabelo vermelho, estrondosa, lindíssima, que escreve bem como tudo e solta as gargalhadas mais deliciosas e até sabe como se chama o cesto que está em cima do mastro do navio. E, no meio da confusão está o Fred da voz tranquila, que diz sempre qualquer coisa certíssima mas apenas no momento certo, quando ninguém espera que ele fale, e que é o único que permanece impávido com o seu ar sereno, enquanto o outro maluco tenta avacalhar a conversa.
E ouço a Zu com as suas tiradas lapidares e oportunas, a mãe da Miosótis de olhos lindos, e olho para o banco do lado no carro e vejo a Vague, firme e convicta no falar talqualzinho o faz nos seus comentários-post e que transpira força mesmo quando se afirma frágil.
Mas o pior é que quando penso no que começar a dizer, enquanto olho para as teclas, não me sai nada. Apenas que gostei muito de vocês.
Depois começo de novo.
E lembro-me do tripeiro mais maluco que alguma vez na vida eu conheci, o gajo que consegue dizer as piadas mais inteligentes e hilariantes, ao mesmo tempo que não perde o ar de que "tou-me cagando para tudo" e que (se) revela que no fundo não é nada disso quando faz festas numa gata com ar protector. Só assim podia ter a seu lado alguém tão doce como a sua M. ;-)
E vejo uma gaija de cabelo vermelho, estrondosa, lindíssima, que escreve bem como tudo e solta as gargalhadas mais deliciosas e até sabe como se chama o cesto que está em cima do mastro do navio. E, no meio da confusão está o Fred da voz tranquila, que diz sempre qualquer coisa certíssima mas apenas no momento certo, quando ninguém espera que ele fale, e que é o único que permanece impávido com o seu ar sereno, enquanto o outro maluco tenta avacalhar a conversa.
E ouço a Zu com as suas tiradas lapidares e oportunas, a mãe da Miosótis de olhos lindos, e olho para o banco do lado no carro e vejo a Vague, firme e convicta no falar talqualzinho o faz nos seus comentários-post e que transpira força mesmo quando se afirma frágil.
Não deu para ninguém falar muito tempo individualmente, o espírito era mesmo o de grupo, há-de ter que haver muitos mais encontros para que possamos ficar a conhecer melhor e mais de cada um de nós, do que já conhecemos aqui nestas caixinhas. Mas foi bom falar com o PN e confirmar que a (pouca) idade não é impedimento para uma cabeça cheia de coisas no devido lugar. E com a Mi e perceber que as reticências morreram de imediato com o ataque de empatia aguda que nos vitimou a ambas (e com o Descompensado práticamente não falei mas só ele ser o parceiro da Mi, para mim, chega). E quanto ao pedra, aquilo que nos liga é muito mais do que aqui poderia dizer por palavras. É por isso que lhe deixo apenas um sorriso e o orgulho de o ter como amigo há 8 anos e como modelo desde toda a minha vida ;-). A Maria e o Pedro chegaram depois mas o almoço regado a Herdade Grande e a conversa adulta, interessantíssima, foi o fio que passou a ligar-nos a partir dali. (e esses links?)
A maior surpresa foi o "puto", o J, que, apesar das poucas palavras, transmitiu simpatia com o seu ar calmo e a forma como nos rimos de uma gaffe a seu respeito fez o resto.
Deixei para o final o meu sócio porque não sei o que dizer dele. O que se poderá dizer de alguém com quem conversámos com tanta facilidade como se o tivéssemos feito durante a vida toda? Que nos aparou as falhas e hesitações durante esta parceria, que esteve sempre lá, na hora certa? Que nos elogiou mesmo enquanto sabíamos que o que merecíamos era umas palmadas? Que soube transmitir a força com um olhar, que foi, afinal, o grande responsável por tudo isto que se passou, por nos ter juntado a nós, todos os outros em torno dele, primeiro numa caixa de comentários, depois ali.
Que dizer? Apenas que é uma pessoa bonita.
Não tenho a mínima dúvida de que tivémos a extraordinária sorte ou habilidade, de conseguir juntar um leque de pessoas boas, cada uma especial à sua maneira.
E que conhecer-vos me enriqueceu extraordináriamente.
Um enorme beijo a todos vós.
(a quem possa interessar - este post é assumidamente lamechas e não almeja ter qualidade literária)
Todos os grandes momentos têm uma banda sonora inesquecível...neste, esta música ficou-me tatuada na pele.
(graças ao João Pedro, esse manancial ruinoso de conhecimentos musicais - e não só. Obrigado, puto!)
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