...e outras coisas mais terminadas em *oda-se
tais como ter a merda do computador cravado em spam, que se colou, como qualquer microorganismo virulento que se preze, a alguma das partes deste corpo feito de (um computador é feito de quê?) sei lá que componentes e que agora não consigo desinstalar. Seja lá o que fôr, isto fecha-me o Microsoft Explorer, não me deixa abrir o email, encrava-me o monitor a meio de uma simples leitura e eu sei lá. Podem imaginar o que é que isso representa para quem, como eu, está a meio de algo - o encontro de Sábado - que passa quase exclusivamente pelo computador...isto, aliado ao cansaço de passar dias a correr, de ter que postar coisas em relação a este compromisso que assumi convosco, os convidados que hão-de fazer do Dia Mundial do Livro em Beja, um sucesso e um momento que irá ficar guardado nas memórias de muitos de nós, e os outros que, não podendo estar presentes, de alguma forma nos acompanham, aqui, na caixinha virtual e vibram com a nossa alegria de irmos estar juntos e esperam notícias.
Daí, a quase ter um ataque de coração pelo mal entendido com a Gotinha (;-) ali na caixa de comentários mais abaixo, foi um fósforo. Pensar que poderia ter ofendido alguém, por uma gaffe que cometi estúpidamente, e que isso iria acontecer apenas porque não nos conhecemos e neste espaço virtual não temos olhos para ler a alma da pessoa que temos à frente ou timbres de voz para perceber da mágoa ou do riso, afectou-me de uma forma que não imaginaria. O que me transportaria agora (ajudada por uma certa conversinha telefónica, diga-se a bem da verdade, obrigada pá!), para a reflexão sobre a verdadeira importância que isto deve, ou não, ter nas nossas vidas, as reais, se não estivesse cheia de sono e conseguisse raciocinar, o que não é o caso.
Criam-se aqui laços, sem dúvida. Amigos de verdade, alguns. A quem tivémos a sorte de conhecer ao vivo e a cores e confirmar, ou não, que queríamos mesmo ser amigos, extra blogs.
Mas da mesma forma se criam, com tanta facilidade, equívocos. E que nos afectam, porque somos todos de carne e osso, do lado de cá, tal como nos afecta se, no dia-a-dia em que nos movemos, descobrirmos que algo correu menos bem com alguma das pessoas que nos rodeiam. É uma reacção normal e saudável, temos é que aprender a relativisá-la.
Tudo isto, já nem é a propósito da Gotinha que é muito "boa onda" e que se apressou a desmascarar a brincadeira que tentou fazer comigo e que eu, fruto das porras todas que refiro mais acima, terminadas sem *oda-se, não percebi (bem tansa é o que sou, o que ainda me vão gozar cá, à conta disto... ;-)).
Mas, tudo isto, é a propósito de a minha filha ir amanhã a uma viagem de estudo. Do seu entusiamo infantil enquanto, ao jantar, preparávamos a mochila com os lanches e da minha falta de atenção. Dos meus "sim, querida", "ok, meu amor", "sim, levas os sumos de que gostas", enquanto nem a ouvia, a pensar no que teria corrido mal dentro desta caixa. Da pressa que tive em a deitar, não porque a queria a descansar cedo, mas porque ansiava por vir aqui, ver o que se tinha passado de errado, enviar emails a desculpar-me, corrigir tudo, fazer tudo certo. Gosto de dar o meu melhor naquilo que faço, quando me comprometo. Gosto de dar as melhores respostas às responsabilidades que assumo. Aí tento fazer tudo certo.
Não fiz nada certo hoje, com o meu bem mais precioso. Foi tudo errado. E não há nada, neste mundo, que o justifique.
E este texto, não valendo nada, não emendando nada, é uma tentativa de redenção, a estas horas da noite.
tais como ter a merda do computador cravado em spam, que se colou, como qualquer microorganismo virulento que se preze, a alguma das partes deste corpo feito de (um computador é feito de quê?) sei lá que componentes e que agora não consigo desinstalar. Seja lá o que fôr, isto fecha-me o Microsoft Explorer, não me deixa abrir o email, encrava-me o monitor a meio de uma simples leitura e eu sei lá. Podem imaginar o que é que isso representa para quem, como eu, está a meio de algo - o encontro de Sábado - que passa quase exclusivamente pelo computador...isto, aliado ao cansaço de passar dias a correr, de ter que postar coisas em relação a este compromisso que assumi convosco, os convidados que hão-de fazer do Dia Mundial do Livro em Beja, um sucesso e um momento que irá ficar guardado nas memórias de muitos de nós, e os outros que, não podendo estar presentes, de alguma forma nos acompanham, aqui, na caixinha virtual e vibram com a nossa alegria de irmos estar juntos e esperam notícias.
Daí, a quase ter um ataque de coração pelo mal entendido com a Gotinha (;-) ali na caixa de comentários mais abaixo, foi um fósforo. Pensar que poderia ter ofendido alguém, por uma gaffe que cometi estúpidamente, e que isso iria acontecer apenas porque não nos conhecemos e neste espaço virtual não temos olhos para ler a alma da pessoa que temos à frente ou timbres de voz para perceber da mágoa ou do riso, afectou-me de uma forma que não imaginaria. O que me transportaria agora (ajudada por uma certa conversinha telefónica, diga-se a bem da verdade, obrigada pá!), para a reflexão sobre a verdadeira importância que isto deve, ou não, ter nas nossas vidas, as reais, se não estivesse cheia de sono e conseguisse raciocinar, o que não é o caso.
Criam-se aqui laços, sem dúvida. Amigos de verdade, alguns. A quem tivémos a sorte de conhecer ao vivo e a cores e confirmar, ou não, que queríamos mesmo ser amigos, extra blogs.
Mas da mesma forma se criam, com tanta facilidade, equívocos. E que nos afectam, porque somos todos de carne e osso, do lado de cá, tal como nos afecta se, no dia-a-dia em que nos movemos, descobrirmos que algo correu menos bem com alguma das pessoas que nos rodeiam. É uma reacção normal e saudável, temos é que aprender a relativisá-la.
Tudo isto, já nem é a propósito da Gotinha que é muito "boa onda" e que se apressou a desmascarar a brincadeira que tentou fazer comigo e que eu, fruto das porras todas que refiro mais acima, terminadas sem *oda-se, não percebi (bem tansa é o que sou, o que ainda me vão gozar cá, à conta disto... ;-)).
Mas, tudo isto, é a propósito de a minha filha ir amanhã a uma viagem de estudo. Do seu entusiamo infantil enquanto, ao jantar, preparávamos a mochila com os lanches e da minha falta de atenção. Dos meus "sim, querida", "ok, meu amor", "sim, levas os sumos de que gostas", enquanto nem a ouvia, a pensar no que teria corrido mal dentro desta caixa. Da pressa que tive em a deitar, não porque a queria a descansar cedo, mas porque ansiava por vir aqui, ver o que se tinha passado de errado, enviar emails a desculpar-me, corrigir tudo, fazer tudo certo. Gosto de dar o meu melhor naquilo que faço, quando me comprometo. Gosto de dar as melhores respostas às responsabilidades que assumo. Aí tento fazer tudo certo.
Não fiz nada certo hoje, com o meu bem mais precioso. Foi tudo errado. E não há nada, neste mundo, que o justifique.
E este texto, não valendo nada, não emendando nada, é uma tentativa de redenção, a estas horas da noite.
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