música do Brasil, de nome AQUARELA (Toquinho, Vinício de Moraes, Guido Morra e Maurizio Fabrizio) que, desde há muitos anos me acompanha, pela metáfora (já disse que adoro metáforas?) que encerra relativamente àquilo que é a vida.
Este excerto, em particular, baila-me na cabeça sempre que os acontecimentos do presente me fazem ter vontade de deixar de acreditar no futuro:
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
O menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave, que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida
E depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe, conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe, bem ao certo, onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá
Hoje, especialmente, ela está presente.
Este excerto, em particular, baila-me na cabeça sempre que os acontecimentos do presente me fazem ter vontade de deixar de acreditar no futuro:
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
O menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave, que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida
E depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe, conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe, bem ao certo, onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá
Hoje, especialmente, ela está presente.
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