no abraço que entra para dentro do peito, como um turbilhão de águas revoltas que, finalmente, desagua num lago sereno.
Tão diferente do abraço que se dá ou recebe sem paixão. Nesse, dá-se apenas o encontro dos corpos o toque simples e fugaz, para logo se dar de novo, o afastamento que fende e separa.
Tão diferente do abraço que se dá ou recebe sem paixão. Nesse, dá-se apenas o encontro dos corpos o toque simples e fugaz, para logo se dar de novo, o afastamento que fende e separa.
No outro, não. Os corpos dos dois apaixonados como que se fundem no abraço, em completa simbiose de sentimentos em exaltação. Há uma parte que chega, enfim, para completar a outra. E mesmo quando se afastam, um continua a preencher o outro como mais um órgão que dele faça naturalmente parte.
Não, não ando a ler Alberoni, só pus as memórias a funcionar...
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