regressei a uma terra onde não ia há alguns meses.
Uma terra onde fui durante um tempo, de olhos brilhantes e mãos abertas, tal como o peito.
Onde vi o mar vazio de gente, num dia de Inverno que pareceu Verão. E do alto do Miradouro contemplei o rio e a outra margem. E ouvi contar histórias de fábricas abandonadas há muitos anos, hoje guardadoras de memórias em cada pedra antiga, em cada pedaço de muro caído. Memórias de gritos e ruídos, de fome e lágrimas, de partidas e chegadas, de gente lutadora e honesta.
É uma terra que para mim estará sempre associada àqueles dias. Dias bonitos de descoberta e partilha, de um Caffe Di Roma palco de cumplicidades que forjam o que de melhor há na vida: a amizade.
Hoje regressei e reconheci ruas e esquinas como quem cumprimenta um velho amigo. Estacionei o carro nas traseiras de um prédio de varandas azuis, contornei a rotunda das àrvores, desta vez a pé e, caminhando, cheguei, enfim, ao sítio onde as fontes são pilares e o ruído da água abafa todas as conversas.
Senti-me bem, de novo, naquela terra. Engalanada de bandeiras vermelhas como nos dias de Festa. Porque foi disso que se tratou, de uma Festa. Festa de reencontro, de emoção, de decisões e canções, de convicção e ideais. Festa de amigos e camaradas, de esperança e luta. Festa do Futuro, pelo Futuro. Que acreditamos poder ser melhor que o presente. Para todos.
Uma terra onde fui durante um tempo, de olhos brilhantes e mãos abertas, tal como o peito.
Onde vi o mar vazio de gente, num dia de Inverno que pareceu Verão. E do alto do Miradouro contemplei o rio e a outra margem. E ouvi contar histórias de fábricas abandonadas há muitos anos, hoje guardadoras de memórias em cada pedra antiga, em cada pedaço de muro caído. Memórias de gritos e ruídos, de fome e lágrimas, de partidas e chegadas, de gente lutadora e honesta.
É uma terra que para mim estará sempre associada àqueles dias. Dias bonitos de descoberta e partilha, de um Caffe Di Roma palco de cumplicidades que forjam o que de melhor há na vida: a amizade.
Hoje regressei e reconheci ruas e esquinas como quem cumprimenta um velho amigo. Estacionei o carro nas traseiras de um prédio de varandas azuis, contornei a rotunda das àrvores, desta vez a pé e, caminhando, cheguei, enfim, ao sítio onde as fontes são pilares e o ruído da água abafa todas as conversas.
Senti-me bem, de novo, naquela terra. Engalanada de bandeiras vermelhas como nos dias de Festa. Porque foi disso que se tratou, de uma Festa. Festa de reencontro, de emoção, de decisões e canções, de convicção e ideais. Festa de amigos e camaradas, de esperança e luta. Festa do Futuro, pelo Futuro. Que acreditamos poder ser melhor que o presente. Para todos.
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