ruinas nascem palavras como estas.
A solidão é esta tarde quente, tranquila de inocência, em que me disseco e escrevo, é a súmula das mãos que os outros não nos estendem nas horas de aperto, o eu mais profundo de nós onde um dia receberemos a benção inalcançável dos infinitos. A solidão é tudo isso e muito mais. Ou uma coisa assim, parecida.
A solidão é esta tarde quente, tranquila de inocência, em que me disseco e escrevo, é a súmula das mãos que os outros não nos estendem nas horas de aperto, o eu mais profundo de nós onde um dia receberemos a benção inalcançável dos infinitos. A solidão é tudo isso e muito mais. Ou uma coisa assim, parecida.
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