faço aqui um completo e complexo ensaio sobre como me sinto quando abro esta janela para despejar tudo o que me apetece e vai nesta cabeça em determinadas alturas do dia e da noite e de repente os dedos páram no teclado, bloqueados pelo pensamento que os comanda e que diz "Não!", não dá, não pode ser.
Qualquer dia terei que decidir.
O que fazer com um espaço que é hoje, em simultâneo, de uma enorme intimidade e uma total exposição.
O que fazer. Se continuar a debitar trivialidades não podendo ser verdadeiramente eu, se acabar, de vez.
Qualquer dia. Ainda não vai ser hoje esse dia.
Qualquer dia terei que decidir.
O que fazer com um espaço que é hoje, em simultâneo, de uma enorme intimidade e uma total exposição.
O que fazer. Se continuar a debitar trivialidades não podendo ser verdadeiramente eu, se acabar, de vez.
Qualquer dia. Ainda não vai ser hoje esse dia.
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