do fim de semana, ainda temos a noite de hoje, em casa, e a oportunidade de ver uma obra verdadeiramente imperdível:
"Até Amanhã Camaradas"
"Até Amanhã Camaradas"
(retirei a foto porque pesava imenso a abrir o blog...)
Descreve assim o livro, Urbano Tavares Rodrigues:
A humanidade profunda na austeridade de quem entrega a sua vida à causa da libertação de um povo merece todo o fluir da narração, as reacções de muitas das figuras. Se é certo que o campo e os camponeses pobres e explorados, os pinhais de névoa, a desconfiança dos humildes, a bravura dos operários nas suas greves aqui aparecem, o tema central é a vida do Partido, as ligações, as casas de apoio, os contactos e precauções; por fim a prisão, a tortura, a morte. No presente um romence histórico, a diversos títulos: como obra de arte que é; como testemunho de alcance sociológico e político; como exercício moral (não confundir com moralizante, no estrito sentido apologético). Em resumo, um grande livro, inesperado e onde os sentimentos mais fortes e puros do homem encontram a simplicidade e o rigor transparente da expressão.
Em entrevista, diz o realizador, Joaquim Leitão:
"...este é um livro sobre militantes, e, curiosamente, acho que este é um dos poucos livros que existe sobre a militância. Normalmente, os livros que existem falam mais sobre acontecimentos, ou "a grande história do grande acto heróico do grande herói militante". Contrariamente, esta é a história sobre a rotina dos militantes, e isso é fascinante, porque são pessoas profissionais da revolução e da organização, e simultaneamente pessoas que estão a fazer aquilo com uma paixão enorme"
"...Eu acredito que nós somos o nosso próprio destino, e que se nós não fizermos, ninguém faz por nós. Realmente, hoje alguma parte da juventude não sente que as coisas podem mudar, se quisermos"(...)
Nem mais!
Descreve assim o livro, Urbano Tavares Rodrigues:
A humanidade profunda na austeridade de quem entrega a sua vida à causa da libertação de um povo merece todo o fluir da narração, as reacções de muitas das figuras. Se é certo que o campo e os camponeses pobres e explorados, os pinhais de névoa, a desconfiança dos humildes, a bravura dos operários nas suas greves aqui aparecem, o tema central é a vida do Partido, as ligações, as casas de apoio, os contactos e precauções; por fim a prisão, a tortura, a morte. No presente um romence histórico, a diversos títulos: como obra de arte que é; como testemunho de alcance sociológico e político; como exercício moral (não confundir com moralizante, no estrito sentido apologético). Em resumo, um grande livro, inesperado e onde os sentimentos mais fortes e puros do homem encontram a simplicidade e o rigor transparente da expressão.
Em entrevista, diz o realizador, Joaquim Leitão:
"...este é um livro sobre militantes, e, curiosamente, acho que este é um dos poucos livros que existe sobre a militância. Normalmente, os livros que existem falam mais sobre acontecimentos, ou "a grande história do grande acto heróico do grande herói militante". Contrariamente, esta é a história sobre a rotina dos militantes, e isso é fascinante, porque são pessoas profissionais da revolução e da organização, e simultaneamente pessoas que estão a fazer aquilo com uma paixão enorme"
"...Eu acredito que nós somos o nosso próprio destino, e que se nós não fizermos, ninguém faz por nós. Realmente, hoje alguma parte da juventude não sente que as coisas podem mudar, se quisermos"(...)
Nem mais!
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