é que me lembrei disto mas já que o fiz fui à procura de uma foto e atrás da foto veio a história e voilá!
A Torre de Babel
"Eis que todos constituem um só povo e falam uma só língua. Isso é o começo de suas iniciativas! Agora, nenhum desígnio será irrealizável para eles."
Jeová, um pouco antes de confundir a linguagem dos homens (Gênesis,11)
Construindo a torre
Em tempos imemoriais, num vale da Mesopotâmia, os clãs dos descendentes dos filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, em sua marcha para o Oriente, se encontraram e se puseram a construir uma enorme torre, a torre de Babel. Empilharam, para tanto, milhares de tijolos, colando-os uns sobre os outros, com betume, para fazer com que um dia o seu ápice penetrasse nos céus. Provavelmente a intenção deles era agradecer à divindade por terem escapado ao terrível dilúvio que tudo arrasara em tempos remotos. Mas não foi assim que Jeová entendeu. Não viu aquele colosso se erguer no meio do nada como um possível agrado a ele, mas sim como prova da soberba dos homens. Queriam rivalizar-se com Ele. Resolveu intervir. Desceu em meio aos construtores e num gesto Dele todos começaram a dizer palavras em línguas diferentes. Ninguém mais se entendeu.
As línguas separaram a humanidade
A confusão começou em Babel
Tamanha foi a desavença entre os humanos, que cada grupo resolveu partir para um canto distinto da terra. Desse desentendimento de Jeová com os homens teriam nascido as confusões que conhecemos e que padecemos. Um Deus que temia a força daqueles a quem dera vida, agora os enfraquecia pela eternidade afora, dando um idioma diferente a cada um deles. Foi certamente pensando nisso que Jean Jacques Rousseau, no seu Ensaio sobre a Origem das Línguas, afirmou que elas nasceram das paixões (dos rancores herdados dos tempos da Torre de Babel) e não das necessidades. Ou, como ele mesmo sentenciou, "não é a fome ou a sede, mas o amor, o ódio, a piedade, a cólera que lhes arrancaram as primeiras vozes... para repelir um agressor injusto, a natureza impõe sinais, gritos e queixumes."
Gosto de cenas bíblicas, o que é que querem...
A Torre de Babel
"Eis que todos constituem um só povo e falam uma só língua. Isso é o começo de suas iniciativas! Agora, nenhum desígnio será irrealizável para eles."
Jeová, um pouco antes de confundir a linguagem dos homens (Gênesis,11)
Construindo a torre
Em tempos imemoriais, num vale da Mesopotâmia, os clãs dos descendentes dos filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, em sua marcha para o Oriente, se encontraram e se puseram a construir uma enorme torre, a torre de Babel. Empilharam, para tanto, milhares de tijolos, colando-os uns sobre os outros, com betume, para fazer com que um dia o seu ápice penetrasse nos céus. Provavelmente a intenção deles era agradecer à divindade por terem escapado ao terrível dilúvio que tudo arrasara em tempos remotos. Mas não foi assim que Jeová entendeu. Não viu aquele colosso se erguer no meio do nada como um possível agrado a ele, mas sim como prova da soberba dos homens. Queriam rivalizar-se com Ele. Resolveu intervir. Desceu em meio aos construtores e num gesto Dele todos começaram a dizer palavras em línguas diferentes. Ninguém mais se entendeu.
As línguas separaram a humanidade
A confusão começou em Babel
Tamanha foi a desavença entre os humanos, que cada grupo resolveu partir para um canto distinto da terra. Desse desentendimento de Jeová com os homens teriam nascido as confusões que conhecemos e que padecemos. Um Deus que temia a força daqueles a quem dera vida, agora os enfraquecia pela eternidade afora, dando um idioma diferente a cada um deles. Foi certamente pensando nisso que Jean Jacques Rousseau, no seu Ensaio sobre a Origem das Línguas, afirmou que elas nasceram das paixões (dos rancores herdados dos tempos da Torre de Babel) e não das necessidades. Ou, como ele mesmo sentenciou, "não é a fome ou a sede, mas o amor, o ódio, a piedade, a cólera que lhes arrancaram as primeiras vozes... para repelir um agressor injusto, a natureza impõe sinais, gritos e queixumes."
Gosto de cenas bíblicas, o que é que querem...
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