...isso é Impulse. Não, não era isto. Era dizer que os impulsos são bons para fazer andar o mundo mas quando se trata de nós fazermos algo que nos apeteceu muito, por impulso, o que vem depois é horas de insónia a pensar se afinal deveria ter feito ou não.
Exploram-se todas as ínfimas possibilidades de consequências várias que o nosso acto poderá trazer. E agoniamo-nos horas sem fim até termos o feedback daquilo que fizémos, por impulso...o pior é se o feedback não se encontra à mão de semear.
Sempre fui assim, impulsiva, precipitada. Em tudo. Ajo por instito e a razão só vem ao de cima muito depois. E o meu mundo tem mesmo andado assim, sempre para a frente. O certo é que, até hoje, nestes anos todos de "jogar de cabeça" não houve muitas coisas de que me arrependesse ou que tivessem corrido mal (bem, sou capaz de me lembrar de umas quantas...adiante) mas a incerteza de ter agido bem mata-me e sempre me matou. Já devia ter aprendido, mas não...
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