de comentar no blog do "velhote", a lembrança que ele me trouxe do Largo, do Manuel da Fonseca, não posso deixar de imortalizar também aqui no meu canto este poema que me toca o coração por me lembrar tantos sítios parecidos com o que descreve...
"Aldeia"
Nove casas,
duas ruas,
ao meio das ruas
um largo,
ao meio do largo
um poço de água fria.
Tudo isto tão parado
e o céu tão baixo
que quando alguém grita para longe
um nome familiar
se assustam pombos bravos
e acordam ecos de descampado
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