Que me deu este, que se transformou no meu poema favorito de entre todos os que adoro, foi tão sómente a de continuar em frente, quando o mundo parecia ruir à minha volta.
E por isso lhe estarei sempre grata.
A ela, à Sophia.
Apesar das ruínas e da morte
Em que sempre terminou cada ilusão
A força dos meus sonhos é tão forte
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca
As minhas mãos ficam vazias
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