10.7.04

Há áreas

da sociedade em que as pessoas deviam ser obrigadas a ser isentas, sérias e honestas.
A política é uma delas.
Quem tem ao seu dispôr(e somos todos nós, cidadãos)a possibilidade de se tornar responsável pelo desenvolvimento de uma terra (que pode ser uma aldeia, cidade ou país), devia ser formado para criar um sentido ético que o impedisse de aldrabar, ter ambição pessoal, ser desonesto, oportunista.
Deviam ser criadas escolas onde os fututros candidatos a políticos estudariam e prestariam provas que eliminassem todos os que não tivessem o perfil para o desmpenho do cargo.
Afinal, a mesma selecção que é feita para quem quer ser médico ou ter outra profissão altamente especializada.
A política deveria ser considerada uma profissão altamente especializada. E, em consonância, os cursos teriam a duração que se entendesse necessária para incutir nessas pessoas os sentidos da solidariedade, do respeito, da preocupação em dar sempre o seu melhor, da idoneidade.
Só depois de aptos, formados e aprovados, estes candidatos se candidatariam. Mas independentemente da força política que representassem, agiriam sempre segundo os princípios para oas quais tinham sido formados.(sim, se fosse necessário fazer uma lavagem ao cérebro para tornar as pessoas honestas, qual era o mal??)
Gerir uma autarquia ou um país é uma tarefa de uma enorme responsabilidade mas altamente gratificante. Saber que se contribuiu para que nascesse algo em locais onde nada havia,passar anos mais tarde por um sítio e admirar, ali, algo feito por nós, torna-nos melhores como pessoas.
Não se admite que haja gajos que venham dar cabo disto tudo.

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