a correr por dentro.
Água e mais água a procurar um caminho de saída.
Sem conseguir. Correndo o risco de rebentar frágeis diques, construidos ao longo dos tempos, com esforço e determinação.
Mas tão frágeis...areia seca apenas. Dura como uma rocha enquanto a água não lhe chega. Depois de um breve toque, aí vem ela, desmoronando-se num segundo, engrossando a corrente de água. Que não sai...mesmo depois de ter destruido os diques.
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