Hoje em torno das reacções que muitos de nós, aqui deste lado do reino, tivémos ao discurso do Saramago.
Os mais radicais, chamam-lhe nomes, dizem que o homem está tótó, não diz coisa com coisa, é dos que critica mas não faz nada por mudar.
Quando outros respondem que, o simples facto de ter aí o livro, é um acto de mudar, ficam histéricos, respondem incoerências, vermelhos de raiva.
Tudo porque o homem diz o que lhe dá na gana. Manda recados a forças políticas responsáveis por "uivar" e que soltam apenas uns latidos baixos, de há uns anos para cá. E ninguém lhe pode dizer que ele não tem razão.
Então, a melhor defesa é o ataque (já diz a gíria futebolística e nós sabemos que, nisto de combates, o futebol, é perito).
Eu, pela minha parte, repito-lhes a todos: O homem foi lúcido e brilhante. E está-se lixando para isso ou seja para o que fôr. Quem me dera lá chegar: à idade, mas sobretudo ao estado.
Os mais radicais, chamam-lhe nomes, dizem que o homem está tótó, não diz coisa com coisa, é dos que critica mas não faz nada por mudar.
Quando outros respondem que, o simples facto de ter aí o livro, é um acto de mudar, ficam histéricos, respondem incoerências, vermelhos de raiva.
Tudo porque o homem diz o que lhe dá na gana. Manda recados a forças políticas responsáveis por "uivar" e que soltam apenas uns latidos baixos, de há uns anos para cá. E ninguém lhe pode dizer que ele não tem razão.
Então, a melhor defesa é o ataque (já diz a gíria futebolística e nós sabemos que, nisto de combates, o futebol, é perito).
Eu, pela minha parte, repito-lhes a todos: O homem foi lúcido e brilhante. E está-se lixando para isso ou seja para o que fôr. Quem me dera lá chegar: à idade, mas sobretudo ao estado.
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