Durante todo o dia de hoje, obsessivamente, uma letra de canção não me tem saído da cabeça
O tempo que me foge a sete pés
O tempo que, no fim, não vale nada
como se, numa estranha premonição, me parecesse que me faltará o tempo para fazer tudo o que gostaria de fazer.
Tempo para tomar o pequeno almoço numa esplanada de Paris ou admirar o Danúbio em Praga.
Jamais terei tempo para apreciar as Pirâmides no Cairo, já para não falar de percorrer África e apaixonar-me por ela como todos aqueles que por lá passam.
Ou passear na Praça Vermelha, de gorro de peles enfiado na cabeça. Ou descer o Amazonas numa piroga de índio.
Deveria falar em dinheiro? Sem dúvida que sim. Mas o que me escapa é o tempo.
O tempo de uma vida, que é tão curto que, mal dá para concretizar as coisas mínimas que é suposto um ser humano fazer...e que por vezes se esgota abruptamente, à traição, antes do prazo marcado.
Precisaria de três quatro vidas. Ou sete, como os gatos.
Talvez nesse tempo todo pudesse encontrar a fórmula que tornaria reais todos os meus sonhos...
O tempo que me foge a sete pés
O tempo que, no fim, não vale nada
como se, numa estranha premonição, me parecesse que me faltará o tempo para fazer tudo o que gostaria de fazer.
Tempo para tomar o pequeno almoço numa esplanada de Paris ou admirar o Danúbio em Praga.
Jamais terei tempo para apreciar as Pirâmides no Cairo, já para não falar de percorrer África e apaixonar-me por ela como todos aqueles que por lá passam.
Ou passear na Praça Vermelha, de gorro de peles enfiado na cabeça. Ou descer o Amazonas numa piroga de índio.
Deveria falar em dinheiro? Sem dúvida que sim. Mas o que me escapa é o tempo.
O tempo de uma vida, que é tão curto que, mal dá para concretizar as coisas mínimas que é suposto um ser humano fazer...e que por vezes se esgota abruptamente, à traição, antes do prazo marcado.
Precisaria de três quatro vidas. Ou sete, como os gatos.
Talvez nesse tempo todo pudesse encontrar a fórmula que tornaria reais todos os meus sonhos...
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